Muito provavelmente, vossemecês cibernautas já devem ter reparado que moi je myself mudou o visual do seu maravilhoso blog. Nada de mais, só mudar de rotina, porque como eu ser um estudante quase brilhante só me falta ser vampiro da saga crepúsculo a minha rotina está a começar Do tipo: "Ei, estamos no ano finalista do secundário, temos exame a Português e a História, no caso das Línguas e temos de marrar para chegar ao fim do ano com a melhor média possível. Toca a estudar!".
Do tipo já tive teste a Português, recordar-se-ão do meu triste encontro com Fernando Pessoa em que eu o acusei de ser um ser mentalmente disfuncional... Pois lembram-se. Pois então, eu estudei para esse teste. Sai-me o tiro pela culatra porque eu não tinha estudado aquele poema na aula, então fiz o que o muito característico português faz. Mete palha quando não consegue copiar. O que é meter palha: inventar, encher a folha de teste para que os números das perguntas não se sintam muito sozinhos!
Entretanto esta quinta, ou seja daqui a três dias tenho o valente teste de História (um teste magnifico em que o objectivo é dizer o essencial das relações que se podem estabelecer entre milhares de coisas que aconteceram, neste caso em 11 anos, aproximadamente de 1914 a 1925, adivinhem: 1ª guerra mundial, revolução russa e a crise do demoliberalismo que conduz aos autoritarismos. o melhor de tudo é que essas simples relações costumam ocupar cerca de 4 folhas A4: as folhas normais. Ah! Temos 90 minutos para acabar o teste. Sinto-me super motivado. Tão motivado que ainda não olhei para a matéria, esperançado de ter um comprimido de matéria para enfiar pela goela abaixo e de ter cerca de 6 a 7 páginas de resumos (A4, outra vez) feitas amanhã. Digamos que na minha terra são 20 para as 8, as 8 e meia tenho ensaio da Rusga (acho que sabem o que é, já expliquei) e como vai haver paleio (depois conto-vos) deve demorar, uns passos de dança e arrumar umas coisas, estou em casa as 10 e não posso deitar depois da 00h30. Um grande desafio me espera! Que ansiedade que só me apetece atirar-me para cama e ressonar como os porcos!
Preservem as vossas rotinas e as vossas horas de sono!
Lembrete: falar da Rusga para a próxima vez!
Quem é este charles português? é aquele tipo de pessoa que estuda como tudo para tentar tirar 17's a torto e a direito mas que o seu mérito não é reconhecido e que sofre de covardia retardada. E de dependências por causa disso. O sìndrome da feiosidade continuada. Esta criatura sofre de prisão por uma mãe que dantes pensava que ele andava no Jardim de Infância mas agora trata-o como sendo um drogado traficante ou algo do género sendo-lhe ainda diagnosticado o sindrome do excluimento social.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Reflexions: me, myself and I
Reflexões sobre aquele estúpido sentimento.
O amor.
Enerva-me porque, oh páh, enerva-me muito simplesmente ver aqueles casalinhos (os pombinhos, como se lhes costuma chamar) no meio do shopping enquanto nós fumamos o nosso cigarrinho e entretanto, eles comem-se e comem-se e sorriem e comem-se e comem-se e nunca mais acaba!
é tão enervante. Até parece que um deles ainda não acabou a refeição e está a tentar comer a língua da sua cara-metade (apesar da cara de um e do outro não terem mesmo nada a ver).
É deprimente. Ver que oh páh, ninguém quer aqui o Charles Português, digamos que o charme atraente dos meus dois quilos de cabelo podem atraia muitas carraças e piolhos mas poucas singularidades femininas mas também
É me indiferente. Não estou mentalmente preparado para num futuro próximo aceitar esse tipo de sentimento entrar pela minha vida dentro. Sinto-me bem no meu celibato e no meu solteirismo. Ninguem pode ter controlo da minha vida.
Sinceramente, o amor é uma coisa que não me assiste.
Preservem os vossos amores, mas não os comam!
O amor.
Enerva-me porque, oh páh, enerva-me muito simplesmente ver aqueles casalinhos (os pombinhos, como se lhes costuma chamar) no meio do shopping enquanto nós fumamos o nosso cigarrinho e entretanto, eles comem-se e comem-se e sorriem e comem-se e comem-se e nunca mais acaba!
é tão enervante. Até parece que um deles ainda não acabou a refeição e está a tentar comer a língua da sua cara-metade (apesar da cara de um e do outro não terem mesmo nada a ver).
É deprimente. Ver que oh páh, ninguém quer aqui o Charles Português, digamos que o charme atraente dos meus dois quilos de cabelo podem atraia muitas carraças e piolhos mas poucas singularidades femininas mas também
É me indiferente. Não estou mentalmente preparado para num futuro próximo aceitar esse tipo de sentimento entrar pela minha vida dentro. Sinto-me bem no meu celibato e no meu solteirismo. Ninguem pode ter controlo da minha vida.
Sinceramente, o amor é uma coisa que não me assiste.
Preservem os vossos amores, mas não os comam!
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Mental disfunction and Fernando Pessoa
Digamos que aqui a vida do charles português não tem muito que se lhe diga. Vá-se lá saber porque raio é que este idiota de meia tigela se lembrou de começar a expressar-se e a reflectir as suas dores que nada têm a ver com dor e os seus sarcasmos matinas e repentinos numa página da tão vasta internet. Digamos apenas que o gajo é chalado dos cornos.
Digamos que encontrou alguém que o surpreendeu de uma maneira muito esquisita.
Não. Não encontrei o amor da minha vida. Não tenho planos para isso. Mas encontrei um Fernando Pessoa. Esse grandessíssimo deprimente, solitário, tristonho que me dá a volta dos miolos.
Sim, tive teste sobre a sua poesia de fragmentação do eu, e muita angustia existencial hoje. Aquilo moeu-me a cabeça toda. (Para que conste tive 17 a português no ano passado). é que meti palha, palha, palha e mais palha para não parecer muito mal e não deixar as perguntas da interpretação vazias. Isso seria muito mau, presumo.
A minha teoria é a seguinte: Ninguém compreende o Pessoa porque ele tinha uma valente disfunção mental. E agora, eu que leve com as interpretações de poemas que ninguém percebe.
Preservem as vossas mentes funcionais!
Digamos que encontrou alguém que o surpreendeu de uma maneira muito esquisita.
Não. Não encontrei o amor da minha vida. Não tenho planos para isso. Mas encontrei um Fernando Pessoa. Esse grandessíssimo deprimente, solitário, tristonho que me dá a volta dos miolos.
Sim, tive teste sobre a sua poesia de fragmentação do eu, e muita angustia existencial hoje. Aquilo moeu-me a cabeça toda. (Para que conste tive 17 a português no ano passado). é que meti palha, palha, palha e mais palha para não parecer muito mal e não deixar as perguntas da interpretação vazias. Isso seria muito mau, presumo.
A minha teoria é a seguinte: Ninguém compreende o Pessoa porque ele tinha uma valente disfunção mental. E agora, eu que leve com as interpretações de poemas que ninguém percebe.
Preservem as vossas mentes funcionais!
domingo, 14 de outubro de 2012
Complexed teeth and hypocrite families
Não percebo. A minha dentadura tem algo contra mim. Simplesmente. Hoje, no decorrer do meu baptizado do meu novo primo em segundo-grau (porque é filho da minha prima) com 2 meses, is com uma chupa de morango na boca e quando dou por ela tenho a massa que foi posta nos meus dentes à cerca de 3 semanas na minha mão. Felizmente foi só de um dente (a massa do outro dente continua intacta, até ao momento!). Maldita dentadura. Deve ter complexos aqui com o Charles Português! Entretanto ter um dia com um pouco de aparências e hipocrisias com a minha querida família nem foi tão mau de passar quanto isso (passei esse tempo a ver se a massa do outro dente não me caía também).
A minha família. É uma coisa muito fantástica Cheia de hipocrisias e gente que fala sem pensar e fala sem saber o que está a dizer. é por isso que eu sou muito calminho. Se perguntarem a alguém da minha família uma característica minha, vão responder: "É muito calmo, está no cantinho dele e não chateia ninguém . Claro! Se eu abrisse a boca, diria algumas verdades cruas e coisas que muita gente não ia gostar de ouvir, por isso limito-me a responder se alguém me perguntar alguma e, raramente, meto conversa com alguém que não é desse tipo de pessoas hipócritas. Prefiro não falar porque simplesmente não há nada para dizer sobre os temas completamente superficiais e falsos que se levantam naquelas "reuniões".
Dois casos particulares da minha fantástica vida, sintam o sarcasmo!
A minha família. É uma coisa muito fantástica Cheia de hipocrisias e gente que fala sem pensar e fala sem saber o que está a dizer. é por isso que eu sou muito calminho. Se perguntarem a alguém da minha família uma característica minha, vão responder: "É muito calmo, está no cantinho dele e não chateia ninguém . Claro! Se eu abrisse a boca, diria algumas verdades cruas e coisas que muita gente não ia gostar de ouvir, por isso limito-me a responder se alguém me perguntar alguma e, raramente, meto conversa com alguém que não é desse tipo de pessoas hipócritas. Prefiro não falar porque simplesmente não há nada para dizer sobre os temas completamente superficiais e falsos que se levantam naquelas "reuniões".
Dois casos particulares da minha fantástica vida, sintam o sarcasmo!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Psicologia e profunda incompreensão dos membros da minha espécie!
Acho o estudo da mente das outras criaturas semelhantes a mim uma coisa fascinante, já que existem comportamentos e coisas tão estranhas e complexas a acontecerem nos seus corpos e nas suas mentes que talvez lhes sejam completamente à parte que deve ser uma coisa bastante interessante , a Psicologia.
Tirando o pequeno de eu estar a morrer literalmente naquela aula. Passavam cinco minutos e passava a ser alimento para abutres.
Desenvolvendo, há pessoas com latão...
Parar se meter na vida dos outros
Para mandar umas bocas muito infelizes pois mostram a merda que essas pessoas são não lhes sendo de vantagem nenhuma mandarem tais insinuações. Vá se lá saber. O que se passa na cabeça dessas pessoas.
Ó Psicologia, vai ver se chove que eu não estou com intenção de ir ter contigo hoje!
Tirando o pequeno de eu estar a morrer literalmente naquela aula. Passavam cinco minutos e passava a ser alimento para abutres.
Desenvolvendo, há pessoas com latão...
Parar se meter na vida dos outros
Para mandar umas bocas muito infelizes pois mostram a merda que essas pessoas são não lhes sendo de vantagem nenhuma mandarem tais insinuações. Vá se lá saber. O que se passa na cabeça dessas pessoas.
Ó Psicologia, vai ver se chove que eu não estou com intenção de ir ter contigo hoje!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Simplesmente não sei o que dizer
Instantaneamente a minha mente corroí
indubitavelmente a sensação de perigo entrou
Simplesmente a ferida não doí
Estupidamente a estúpida das minha mente
Não se quer deixar entrar
Pessoas diferentes para
Momentaneamente ter momentos para recordar
A memória é uma coisa de outro mundo
Verdadeiramente esqueço-me de tudo
Facilmente não encontro o fio de cabelo
Que gravitacionalmente cai na ponta do mundo
Vira, roda, tropeça, ficou de pé
Beber vinho em vez de agua-pé
Seres o que não és e és o que não sentes
Sentir o que não seres no fim do tripé
Instantaneamente a minha mente corroí
indubitavelmente a sensação de perigo entrou
Simplesmente a ferida não doí
Estupidamente a estúpida das minha mente
Não se quer deixar entrar
Pessoas diferentes para
Momentaneamente ter momentos para recordar
A memória é uma coisa de outro mundo
Verdadeiramente esqueço-me de tudo
Facilmente não encontro o fio de cabelo
Que gravitacionalmente cai na ponta do mundo
Vira, roda, tropeça, ficou de pé
Beber vinho em vez de agua-pé
Seres o que não és e és o que não sentes
Sentir o que não seres no fim do tripé
domingo, 7 de outubro de 2012
Devoção: a complexa definição por parte de quem não compreende o seu significadop
É algo complicado para a minha insignificância de pessoa compreender um fenómeno tão humano como a devoção. Por que carga de água pessoas super infelizes como eu, se dedicam a todo o tipo de promessas a todo o tipo de santos e andam ajoelhadas de um lado para o outro, quase a ficar sem pernas, rezando fervorosamente para que alguém as acuda. Na minha mente super interessante isso não faz qualquer sentido. Como todo o estúpido do ser humano, claro que acho que há algo "transcendente" a mim, algo superior. Na minha sincera opinião é a Sra. dona Mãe Natureza disfarçada de Deus, Alá, Buda, entre outras divindades. Parece quer toda a gente lhe pede misericórdia, entre outras oferendas as quais não conseguem adquirir no mundo, como a paz. Parece que ninguém percebe que no dia em que se alcançar a paz vai ser o dia do Juízo Final, o tão inesperado regresso de Cristo, à terra, para julgar os vivos e os mortos, o qual acontecimento é tão inesperado que toda a gente está desesperadamente à espera que aconteça.
Admito, a devoção para mim é algo bastante complicado. Acredito na complexidade dos seres vivos, da Mãe Natureza e que a secretária dela deve ter um trabalhão dos diabos para tender todos os "telefonemas" dos comuns mortais. Essa sim, merece um aumento!
Preservem as vossa incompreensíveis devoções!
Admito, a devoção para mim é algo bastante complicado. Acredito na complexidade dos seres vivos, da Mãe Natureza e que a secretária dela deve ter um trabalhão dos diabos para tender todos os "telefonemas" dos comuns mortais. Essa sim, merece um aumento!
Preservem as vossa incompreensíveis devoções!
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