Quando pessoas super normais têm aquele sentimento do tipo: "é esta a minha vida?".
Ya, estou a passar por um desses agora! Do tipo, acordei as oito da manhã e tal, pequeno-almoço, deitar-me no sofá a ver "Casos Arquivados" e outra coisa qualquer que estava a dar, arrumar e sentar-me no computador a ver Dexter( 7x3, viram aquela parte em que a Deb interrogou o Speltzer, altamente e quando o Dexter mata o Speltzer de uma maneira completamente diferente, estou ansioso pelo próximo episódio) . Mas então passa a diversão porquea manhã tenho composição de Português para fazer, apresentação do livro que ando a ler: "Os Intocavéis" e teste de História.
ARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRGGGGGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Melhor ainda, "tenho sermão e missa cantada" marcada para amanhã na aula de Psicologia, que , curiosamente é entre a aula horrível de Português e o teste horroroso de História, pois os meninos da minha turma decidiram que como haveria greve hoje não era preciso ir à aulas Ups, houve aulas! e ainda por cima Sociologia! Ou seja sexta às 8h30 da manhã vai ser uma continuação da aula de Psicologia de amanhã.
Entretanto com tanta previsão, estou sentado em frente ao PC a comer batatas fritas, a beber um Fresky enquanto olho para o Windows Media Player com aqueles efeitos todos quando temos musicas a serem reproduzidas e a ouvir Awolnation e ao mesmo tempo a tentar meter a Revolução Russa na cabeça para amanhã poder descarregar o comprimido pela sanita abaixo.
Preservem os vossos momentos do : "É esta a minha vida?"
Quem é este charles português? é aquele tipo de pessoa que estuda como tudo para tentar tirar 17's a torto e a direito mas que o seu mérito não é reconhecido e que sofre de covardia retardada. E de dependências por causa disso. O sìndrome da feiosidade continuada. Esta criatura sofre de prisão por uma mãe que dantes pensava que ele andava no Jardim de Infância mas agora trata-o como sendo um drogado traficante ou algo do género sendo-lhe ainda diagnosticado o sindrome do excluimento social.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Exams, visual blog changing and a little bit of routine talking!
Muito provavelmente, vossemecês cibernautas já devem ter reparado que moi je myself mudou o visual do seu maravilhoso blog. Nada de mais, só mudar de rotina, porque como eu ser um estudante quase brilhante só me falta ser vampiro da saga crepúsculo a minha rotina está a começar Do tipo: "Ei, estamos no ano finalista do secundário, temos exame a Português e a História, no caso das Línguas e temos de marrar para chegar ao fim do ano com a melhor média possível. Toca a estudar!".
Do tipo já tive teste a Português, recordar-se-ão do meu triste encontro com Fernando Pessoa em que eu o acusei de ser um ser mentalmente disfuncional... Pois lembram-se. Pois então, eu estudei para esse teste. Sai-me o tiro pela culatra porque eu não tinha estudado aquele poema na aula, então fiz o que o muito característico português faz. Mete palha quando não consegue copiar. O que é meter palha: inventar, encher a folha de teste para que os números das perguntas não se sintam muito sozinhos!
Entretanto esta quinta, ou seja daqui a três dias tenho o valente teste de História (um teste magnifico em que o objectivo é dizer o essencial das relações que se podem estabelecer entre milhares de coisas que aconteceram, neste caso em 11 anos, aproximadamente de 1914 a 1925, adivinhem: 1ª guerra mundial, revolução russa e a crise do demoliberalismo que conduz aos autoritarismos. o melhor de tudo é que essas simples relações costumam ocupar cerca de 4 folhas A4: as folhas normais. Ah! Temos 90 minutos para acabar o teste. Sinto-me super motivado. Tão motivado que ainda não olhei para a matéria, esperançado de ter um comprimido de matéria para enfiar pela goela abaixo e de ter cerca de 6 a 7 páginas de resumos (A4, outra vez) feitas amanhã. Digamos que na minha terra são 20 para as 8, as 8 e meia tenho ensaio da Rusga (acho que sabem o que é, já expliquei) e como vai haver paleio (depois conto-vos) deve demorar, uns passos de dança e arrumar umas coisas, estou em casa as 10 e não posso deitar depois da 00h30. Um grande desafio me espera! Que ansiedade que só me apetece atirar-me para cama e ressonar como os porcos!
Preservem as vossas rotinas e as vossas horas de sono!
Lembrete: falar da Rusga para a próxima vez!
Do tipo já tive teste a Português, recordar-se-ão do meu triste encontro com Fernando Pessoa em que eu o acusei de ser um ser mentalmente disfuncional... Pois lembram-se. Pois então, eu estudei para esse teste. Sai-me o tiro pela culatra porque eu não tinha estudado aquele poema na aula, então fiz o que o muito característico português faz. Mete palha quando não consegue copiar. O que é meter palha: inventar, encher a folha de teste para que os números das perguntas não se sintam muito sozinhos!
Entretanto esta quinta, ou seja daqui a três dias tenho o valente teste de História (um teste magnifico em que o objectivo é dizer o essencial das relações que se podem estabelecer entre milhares de coisas que aconteceram, neste caso em 11 anos, aproximadamente de 1914 a 1925, adivinhem: 1ª guerra mundial, revolução russa e a crise do demoliberalismo que conduz aos autoritarismos. o melhor de tudo é que essas simples relações costumam ocupar cerca de 4 folhas A4: as folhas normais. Ah! Temos 90 minutos para acabar o teste. Sinto-me super motivado. Tão motivado que ainda não olhei para a matéria, esperançado de ter um comprimido de matéria para enfiar pela goela abaixo e de ter cerca de 6 a 7 páginas de resumos (A4, outra vez) feitas amanhã. Digamos que na minha terra são 20 para as 8, as 8 e meia tenho ensaio da Rusga (acho que sabem o que é, já expliquei) e como vai haver paleio (depois conto-vos) deve demorar, uns passos de dança e arrumar umas coisas, estou em casa as 10 e não posso deitar depois da 00h30. Um grande desafio me espera! Que ansiedade que só me apetece atirar-me para cama e ressonar como os porcos!
Preservem as vossas rotinas e as vossas horas de sono!
Lembrete: falar da Rusga para a próxima vez!
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Reflexions: me, myself and I
Reflexões sobre aquele estúpido sentimento.
O amor.
Enerva-me porque, oh páh, enerva-me muito simplesmente ver aqueles casalinhos (os pombinhos, como se lhes costuma chamar) no meio do shopping enquanto nós fumamos o nosso cigarrinho e entretanto, eles comem-se e comem-se e sorriem e comem-se e comem-se e nunca mais acaba!
é tão enervante. Até parece que um deles ainda não acabou a refeição e está a tentar comer a língua da sua cara-metade (apesar da cara de um e do outro não terem mesmo nada a ver).
É deprimente. Ver que oh páh, ninguém quer aqui o Charles Português, digamos que o charme atraente dos meus dois quilos de cabelo podem atraia muitas carraças e piolhos mas poucas singularidades femininas mas também
É me indiferente. Não estou mentalmente preparado para num futuro próximo aceitar esse tipo de sentimento entrar pela minha vida dentro. Sinto-me bem no meu celibato e no meu solteirismo. Ninguem pode ter controlo da minha vida.
Sinceramente, o amor é uma coisa que não me assiste.
Preservem os vossos amores, mas não os comam!
O amor.
Enerva-me porque, oh páh, enerva-me muito simplesmente ver aqueles casalinhos (os pombinhos, como se lhes costuma chamar) no meio do shopping enquanto nós fumamos o nosso cigarrinho e entretanto, eles comem-se e comem-se e sorriem e comem-se e comem-se e nunca mais acaba!
é tão enervante. Até parece que um deles ainda não acabou a refeição e está a tentar comer a língua da sua cara-metade (apesar da cara de um e do outro não terem mesmo nada a ver).
É deprimente. Ver que oh páh, ninguém quer aqui o Charles Português, digamos que o charme atraente dos meus dois quilos de cabelo podem atraia muitas carraças e piolhos mas poucas singularidades femininas mas também
É me indiferente. Não estou mentalmente preparado para num futuro próximo aceitar esse tipo de sentimento entrar pela minha vida dentro. Sinto-me bem no meu celibato e no meu solteirismo. Ninguem pode ter controlo da minha vida.
Sinceramente, o amor é uma coisa que não me assiste.
Preservem os vossos amores, mas não os comam!
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Mental disfunction and Fernando Pessoa
Digamos que aqui a vida do charles português não tem muito que se lhe diga. Vá-se lá saber porque raio é que este idiota de meia tigela se lembrou de começar a expressar-se e a reflectir as suas dores que nada têm a ver com dor e os seus sarcasmos matinas e repentinos numa página da tão vasta internet. Digamos apenas que o gajo é chalado dos cornos.
Digamos que encontrou alguém que o surpreendeu de uma maneira muito esquisita.
Não. Não encontrei o amor da minha vida. Não tenho planos para isso. Mas encontrei um Fernando Pessoa. Esse grandessíssimo deprimente, solitário, tristonho que me dá a volta dos miolos.
Sim, tive teste sobre a sua poesia de fragmentação do eu, e muita angustia existencial hoje. Aquilo moeu-me a cabeça toda. (Para que conste tive 17 a português no ano passado). é que meti palha, palha, palha e mais palha para não parecer muito mal e não deixar as perguntas da interpretação vazias. Isso seria muito mau, presumo.
A minha teoria é a seguinte: Ninguém compreende o Pessoa porque ele tinha uma valente disfunção mental. E agora, eu que leve com as interpretações de poemas que ninguém percebe.
Preservem as vossas mentes funcionais!
Digamos que encontrou alguém que o surpreendeu de uma maneira muito esquisita.
Não. Não encontrei o amor da minha vida. Não tenho planos para isso. Mas encontrei um Fernando Pessoa. Esse grandessíssimo deprimente, solitário, tristonho que me dá a volta dos miolos.
Sim, tive teste sobre a sua poesia de fragmentação do eu, e muita angustia existencial hoje. Aquilo moeu-me a cabeça toda. (Para que conste tive 17 a português no ano passado). é que meti palha, palha, palha e mais palha para não parecer muito mal e não deixar as perguntas da interpretação vazias. Isso seria muito mau, presumo.
A minha teoria é a seguinte: Ninguém compreende o Pessoa porque ele tinha uma valente disfunção mental. E agora, eu que leve com as interpretações de poemas que ninguém percebe.
Preservem as vossas mentes funcionais!
domingo, 14 de outubro de 2012
Complexed teeth and hypocrite families
Não percebo. A minha dentadura tem algo contra mim. Simplesmente. Hoje, no decorrer do meu baptizado do meu novo primo em segundo-grau (porque é filho da minha prima) com 2 meses, is com uma chupa de morango na boca e quando dou por ela tenho a massa que foi posta nos meus dentes à cerca de 3 semanas na minha mão. Felizmente foi só de um dente (a massa do outro dente continua intacta, até ao momento!). Maldita dentadura. Deve ter complexos aqui com o Charles Português! Entretanto ter um dia com um pouco de aparências e hipocrisias com a minha querida família nem foi tão mau de passar quanto isso (passei esse tempo a ver se a massa do outro dente não me caía também).
A minha família. É uma coisa muito fantástica Cheia de hipocrisias e gente que fala sem pensar e fala sem saber o que está a dizer. é por isso que eu sou muito calminho. Se perguntarem a alguém da minha família uma característica minha, vão responder: "É muito calmo, está no cantinho dele e não chateia ninguém . Claro! Se eu abrisse a boca, diria algumas verdades cruas e coisas que muita gente não ia gostar de ouvir, por isso limito-me a responder se alguém me perguntar alguma e, raramente, meto conversa com alguém que não é desse tipo de pessoas hipócritas. Prefiro não falar porque simplesmente não há nada para dizer sobre os temas completamente superficiais e falsos que se levantam naquelas "reuniões".
Dois casos particulares da minha fantástica vida, sintam o sarcasmo!
A minha família. É uma coisa muito fantástica Cheia de hipocrisias e gente que fala sem pensar e fala sem saber o que está a dizer. é por isso que eu sou muito calminho. Se perguntarem a alguém da minha família uma característica minha, vão responder: "É muito calmo, está no cantinho dele e não chateia ninguém . Claro! Se eu abrisse a boca, diria algumas verdades cruas e coisas que muita gente não ia gostar de ouvir, por isso limito-me a responder se alguém me perguntar alguma e, raramente, meto conversa com alguém que não é desse tipo de pessoas hipócritas. Prefiro não falar porque simplesmente não há nada para dizer sobre os temas completamente superficiais e falsos que se levantam naquelas "reuniões".
Dois casos particulares da minha fantástica vida, sintam o sarcasmo!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Psicologia e profunda incompreensão dos membros da minha espécie!
Acho o estudo da mente das outras criaturas semelhantes a mim uma coisa fascinante, já que existem comportamentos e coisas tão estranhas e complexas a acontecerem nos seus corpos e nas suas mentes que talvez lhes sejam completamente à parte que deve ser uma coisa bastante interessante , a Psicologia.
Tirando o pequeno de eu estar a morrer literalmente naquela aula. Passavam cinco minutos e passava a ser alimento para abutres.
Desenvolvendo, há pessoas com latão...
Parar se meter na vida dos outros
Para mandar umas bocas muito infelizes pois mostram a merda que essas pessoas são não lhes sendo de vantagem nenhuma mandarem tais insinuações. Vá se lá saber. O que se passa na cabeça dessas pessoas.
Ó Psicologia, vai ver se chove que eu não estou com intenção de ir ter contigo hoje!
Tirando o pequeno de eu estar a morrer literalmente naquela aula. Passavam cinco minutos e passava a ser alimento para abutres.
Desenvolvendo, há pessoas com latão...
Parar se meter na vida dos outros
Para mandar umas bocas muito infelizes pois mostram a merda que essas pessoas são não lhes sendo de vantagem nenhuma mandarem tais insinuações. Vá se lá saber. O que se passa na cabeça dessas pessoas.
Ó Psicologia, vai ver se chove que eu não estou com intenção de ir ter contigo hoje!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Simplesmente não sei o que dizer
Instantaneamente a minha mente corroí
indubitavelmente a sensação de perigo entrou
Simplesmente a ferida não doí
Estupidamente a estúpida das minha mente
Não se quer deixar entrar
Pessoas diferentes para
Momentaneamente ter momentos para recordar
A memória é uma coisa de outro mundo
Verdadeiramente esqueço-me de tudo
Facilmente não encontro o fio de cabelo
Que gravitacionalmente cai na ponta do mundo
Vira, roda, tropeça, ficou de pé
Beber vinho em vez de agua-pé
Seres o que não és e és o que não sentes
Sentir o que não seres no fim do tripé
Instantaneamente a minha mente corroí
indubitavelmente a sensação de perigo entrou
Simplesmente a ferida não doí
Estupidamente a estúpida das minha mente
Não se quer deixar entrar
Pessoas diferentes para
Momentaneamente ter momentos para recordar
A memória é uma coisa de outro mundo
Verdadeiramente esqueço-me de tudo
Facilmente não encontro o fio de cabelo
Que gravitacionalmente cai na ponta do mundo
Vira, roda, tropeça, ficou de pé
Beber vinho em vez de agua-pé
Seres o que não és e és o que não sentes
Sentir o que não seres no fim do tripé
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